Mostrando postagens com marcador publico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador publico. Mostrar todas as postagens

terça-feira, abril 15, 2008

Discovery dará prêmio de US$ 20 mil em pitching no Forum Brasil

A Discovery promoverá um pitching dentro do Forum brasil - Mercado
Internacional de Televisão, promovido por TELA VIVA, no qual dará um
prêmio de desenvolvimento de US$ 20 mil ao projeto selecionado. Podem
participar da seleção apenas projetos de documentário em fase de
desenvolvimento, propostos por empresas brasileiras devidamente
credenciadas junto à Ancine. Para participar, as empresas devem estar
registradas no Forum Brasil, que acontece em 3, 4 e 5 de junho.

Área dobrada

O Forum Brasil chega à nona edição com o dobro de área de exposição e
seminários. Já confirmaram presença no evento deste ano executivos de
programação, aquisição e co-produção de empresas como National
Geographic, Arte (França), Cartoon network, Boomerang, HBO, Discovery
Latin America e Discovery Canada, Televisa, TV Unam e TV Azteca
(México), Canal Encuentro (Argentina), TV Galícia, Canal 13 (Chile),
Fox, além dos brasileiros, como TV Cultura, TV Câmara, TV Escola, TV
Brasil, TV Paranaense, Globo, Globosat, Bandeirantes, entre outras.

Lusos

Outra novidade do evento é o primeiro Encontro das TVs de Língua
Portuguesa, que acontece nos três dias do Forum Brasil e também, em
local separado, no dia 6 de junho. O evento reunirá os principais
executivos das TVs brasileiras e também de Portugal (RTP, SIC e TVI),
Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe,
Macau e Timor Leste.


Informações sobre o evento, inscrições e regulamento do pitching estão
em:

http://www.forumbrasiltv.com.br

__,_._,___

quinta-feira, abril 03, 2008

Formação de Público de cinema em São Paulo

Programa fomenta formação de público de cinema em São Paulo

Lançado no segundo semestre de 2007 em 30 cidades do interior do estado
de São Paulo, o programa Vá ao Cinema chega à capital no dia 17 de
abril. Trata-se de uma forma de fomento criada pela Secretaria de
Cultura do Estado de São Paulo voltada ao público, e não à produção. "A
proposta surgiu a partir do diagnóstico de que boa parte dos filmes
brasileiros não é vista", explica o secretário João Sayad. A secretaria
paga aos exibidores R$ 3 por ingresso, que é válido apenas para sessões
de filmes brasileiros inéditos na localidade. "O filme 'Chega de
Saudade' terá seu lançamento adiantado em alguns municípios por conta
do programa", afirma Sayad. A primeira região a ser atendida na capital
será a Zona Sul. Serão distribuídos, a partir do dia 14, ingressos em
escolas públicas situadas num raio de 1 km em torno dos cinemas
Morumbi, Market Place, SP Market, Jardim Sul, Interlagos e Fiesta.

Somente os alunos que se interessarem pegam os ingressos, podendo pegar
até dois ingressos. "A fiscalização é propositalmente fraca", diz
Sayad. "Se o aluno quiser dar seus ingressos para os pais ou ainda
pedir outro par, provavelmente será atendido".

Serão distribuídos gratuitamente 120 mil vale-ingressos nos primeiros
45 dias do programa. Depois o programa continuará em outras regiões
cinematográficas que ainda estão sendo definidas. O programa continua
na capital até o final do ano com a previsão de distribuição de 800 mil
ingressos. No estado, a distribuição deve chegar a 2,5 milhões de
ingressos. "O público de cinema brasileiro no estado é de 5 milhões",
diz Sayad. Em março, 92% dos ingressos distribuídos foram utilizados.
Uma projeção desta aceitação para todo o ano leva a crer que o programa
pode duplicar a presença de público no estado. "É uma forma de dar
oportunidade às pessoas de baixa renda. O preço do ingresso barra pelo
menos 50% da população do Estado de São Paulo", finaliza o secretário
João Sayad.

fonte: Fernando Lauterjung - TELA VIVA News

sexta-feira, março 21, 2008

TV BRASIL aprovada no senado

O Senado Federal aprovou na madrugada desta quarta-feira, 12, o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 02/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a TV Brasil. A sessão foi conturbada e a votação ocorreu apenas às 2:30, aprovando a matéria em votação simbólica. Às 2:00, quando a liderança do governo confirmou o encaminhamento da votação da TV Brasil, boa parte dos parlamentares da oposição deixou o Plenário em protesto.

Como o relatório do senador Renato Casagrande (PSB/ES) não alterou o texto encaminhado pelos deputados, a proposta não precisará retornar ao Plenário da Câmara dos Deputados para nova votação e irá direto à sanção presidencial. Apenas senadores da base aliada governista se pronunciaram antes da análise da Medida Provisória e todos apoiaram a iniciativa de criação da TV pública. Também elogiaram as jornalistas Tereza Cruvinel, presidente da EBC, e Helena Chagas, diretora de jornalismo da TV Brasil, pelo condução das negociações nos bastidores do Congresso. Ambas permaneceram no Plenário do Senado durante toda a votação.

Sugestões ao governo

Em sua apresentação do relatório da TV pública votado hoje, o senador Renato Casagrande esclareceu a quem são as recomendações de alterações no texto presentes em seu parecer: ao governo. "Estou encaminhando as propostas ao governo, que depois poderá mandar um projeto de lei. E se não encaminhar, nós podemos fazer um projeto de lei com essas questões", declarou o relator. As alterações sugeridas por Casagrande atingem a cota de produção independente que será veiculada obrigatoriamente pela TV Brasil; as regras para o carregamento dos canais públicos pelas TVs por assinatura; o método de nomeação dos diretores, com a inclusão de sabatinas; e a obrigação de repasse da transmissão de jogos desportivos à nova TV pública. Todas questões importantes que o próprio relator admite não ter podido alterar por conta da falta de termpo antes que a MP expirasse.

Tensão no Senado

A sessão que terminou com a aprovação da medida que cria a EBC foi marcada pela tensão entre governo e oposição. Ao longo das duas votações que antecederam a análise da proposta - existiam uma MP e outro PLV que tinham prioridade no Plenário -, os senadores tiveram diversos embates, na maioria das vezes por conta da insistência do governo em votar ainda naquela sessão a TV pública. Ao todo, a sessão durou 12 horas e meia. O embate chegou a tal ponto que o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB/RN), chegou a fazer um desabafo em que colocava em dúvida sua permanência no comando da Casa por conta da dificuldade de acordo entre as lideranças. Enquanto Alves Filho queixava-se, os senadores da oposição se retiraram e a votação simbólica foi concluída de forma bastante tranqüila. Antes de deixar o Plenário, o líder do PSDB no Senador, Arthur Virgílio (AM), criticou a condução da votação pela liderança do governo e ameaçou com retaliações.

Consequências para TV paga

Uma vez sancionado pelo presidente da República, o projeto de lei de conversão estará em vigor, implicando, para os operadores de TV por assinatura (de qualquer tecnologia) a obrigatoriedade de levar o sinal da TV Brasil e um outro canal com programação do Poder Executivo. Apenas a Anatel pode dispensar os operadores desta obrigação, em caso de comprovada limitação técnica.


Presidência vetará artigo sobre cessão de jogos

Uma das questões mais polêmicas na lei de criação da TV pública aprovada na madrugada desta quarta-feira, 12, será extirpada do texto em sua promulgação. O líder do governo no Senado Federal, Romero Jucá (PMDB/RR), anunciou aos parlamentares durante a votação que a Presidência da República vetará o artigo 31º, que trata da cessão de jogos desportivos à TV Brasil. "O governo se compromete a vetar o artigo 31º. Então os senadores podem votar tranquilamente porque este artigo será vetado na sanção"; declarou o líder. A principal oposição ao artigo, incluído pelo relator da MP na Câmara, deputado Walter Pinheiro (PT/BA), vinha justamente dos grupos detentores destes direitos, especialmente dos radiodifusores. base aliada que estavam dispostos a votar contra a aprovação da Medida Provisória por conta deste trecho da proposta. Um dos que se pronunciou nesse sentido foi Francisco Dornelles (PP/RJ), que disse em pronunciamento que acreditava que o artigo era inconstitucional ao interferir em contratos privados.

Polêmica

O artigo que será vetado obrigava as TVs comerciais donas de contratos de exclusividade para a transmissão de jogos desportivos, em que o Brasil estivesse representado, cedesse o direito gratuitamente à TV Brasil caso não veiculasse as competições na TV aberta. O texto não sofreu qualquer contestação na votação na Câmara dos Deputados, mas gerou reações imediatas tão logo a proposta chegou ao Senado Federal. O senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (DEM/BA) foi um dos primeiros a protestar, questionando a legalidade do artigo.

Em seu parecer, o senador-relator Renato Casagrande (PSB/ES) ressaltou o artigo polêmico, apesar de não ter feito nenhuma alteração estrutural na proposta aprovada pela Câmara. Casagrande recomendou ao governo mudar a redação do texto, preservando ao menos a remuneração da detentora do contrato de exclusividade nos casos em que, por qualquer motivo, decida não veicular o jogo na TV aberta. A proposta de Casagrande seria permitir que, nestes casos, a dona do direito de veiculação possa revender a outros interessados a transmissão. Somente se nenhuma outra emissora tivesse interesse na transmissão, o direto seria cedido, gratuitamente, à TV Brasil. Mesmo com o veto, a polêmica pode voltar à tona na Câmara dos Deputados. Três projetos tramitam em conjunto na Comissão de Turismo e Desporto sobre este tema e podem ganhar fôlego com a discussão aberta pela TV Brasil. A tramitação destes projetos está paralisada desde julho de 2007, aguardando parecer dos deputados.

fonte: Mariana Mazza - TELA VIVA News




That's all folks!